segunda-feira, 21 de outubro de 2013

São denominados “Web 2.0”, os sites que compartilham áreas de conteúdo, listas de discussões, projetos de aplicativos e outros, estão mudando a forma do usuário interagir nas plataformas de navegação com a sociedade contemporânea. O artigo “Web 2.0 na empresa” por Michael Platt, reflete sobre como a tecnologia e as pessoas formam esta nova web.
A começar pelos aplicativos, o autor apresenta que estes sofreram mudanças para se adequar à necessidade da população usuária dos serviços ofertados pela web. Além destes, vários sites se tornaram comunidades de usuários que compartilham informações e opinam sobre os mais variados temas. Este fenômeno foi denominado “Web 2.0”. Originalmente algumas das características da Web 2.0 foram definidas como:
- Web como plataforma;
- Canalizando a inteligência coletiva;
- Modelos leve de programação e;
- Rica experiência do usuário.
Como a Web 2.0 considera a internet como uma plataforma, ela deve fornecer entre outros elementos, a independência do dispositivo, interface de usuário rica e comum, etc. Várias tecnologias como Java, Outlook Web Acess (OWA) e Ajax tem contribuído para a criação de aplicativos na Web 2.0, sendo responsáveis por uma maior interação e acessibilidade dos usuários às suas funcionalidades.
A capacidade das pessoas criarem e interagirem com vários tipos de conteúdo é um dos enfoques desta web que fornece o acesso de leitura e dados de qualquer natureza, o que tem levantado vários questionamentos sobre estudiosos e administradores públicos acerca de propriedade intelectual e integridade dos dados. A interação e a colaboração destes usuários podem ser baseadas em conteúdo (Blogs, etc), baseadas em grupos (fóruns e redes sociais) ou em projetos (pessoas que se reúnem para desenvolver e/ou atualizar um projeto em comum).
Nas empresas, o interesse em utilizar a Web 2.0 se concentram em duas áreas: dentro da organização (para aprimorar a eficiência e a produtividade), e da organização para os clientes (para aprimorar a receita e a satisfação do consumidor).

Por fim, a Web 2.0 tem gerado informações importantes para as organizações e também tem sido útil para os usuários no tocando ao compartilhamento e difusão de novos dados. Esta nova realidade tem trazido novas formas de se fazer negócio e de como as pessoas se comunicam, representando um importante marco na sociedade como um todo.

Texto elaborado a partir do artigo "Web 2.0 na empresa" por Michael Platt.

Publicação por: Rodrigo Ábnner

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Compartilho com vocês trechos de um artigo de autoria de:
Luma Louise de Sousa Lopes
Elnivan Moreira de Souza
Michelle Firmino Celestino Moreira
Anna Adelayde Sales Lima
Ana Silvia Rocha Ipiranga

Aceito para apresentação e publicação no 8th Iberoamecian Academy Conference 2013.

Retratos da Aprendizagem Social nas Organizações: fotografando doze anos da produção nacional
Resumo
Os estudos nacionais a respeito da Aprendizagem Organizacional são permeados de multiplicidades, riquezas e fragilidades. O estudo teve como objetivo estabelecer um retrato da produção científica no campo de estudos da Aprendizagem Organizacional examinada a partir da perspectiva social no Brasil, no período entre 2001 e 2012. Para tanto a pesquisa se valeu de uma análise bibliométrica dos trabalhos publicados nos periódicos nacionais classificados entre A2 e B1, bem como aqueles publicados nos eventos promovidos pela Associação Nacional de Pesquisa e Pós Graduação em Administração (ANPAD). Os principais resultados indicam hegemonia das instituições localizadas nas regiões Sul e Sudeste, tendo como paradigma de pesquisa sobressalente o interpretativista e como estratégia metodológica predominante o estudo de caso, seguido do uso de técnicas como a pesquisa documental, observação não participante e entrevista semiestruturada, utilizados conjuntamente para coleta dos dados. Em sua maioria os estudos apresentam discussões teóricas com berço nos principais eventos da ANPAD. Como campo empírico, de forma geral, as pesquisas utilizaram grandes empresas e órgãos públicos. Outro achado relevante é que apenas pouco mais de 10% dos autores dão prosseguimento a suas pesquisas nessa área do conhecimento. Ao final foi possível delinear uma agenda de recomendações para  pesquisa no campo.

Aprendizagem Organizacional
A compreensão da aprendizagem pode ser realizada a partir de duas perspectivas (Easterby-Smith & Araújo, 2001). Encarada enquanto processo técnico essa se configura enquanto uma transferência de conhecimento, onde o receptor deste age de forma passiva. Essa perspectiva dominou os estudos e as teorizações do campo da Aprendizagem até os anos 90. Examinada enquanto um processo social a Aprendizagem é compreendida como um fenômeno que emerge das relações sociais por meio da interação entre os sujeitos em um dado contexto sociocultural (Gherardi, Nicolini, & Strati, 2007; Gherardi, Nicolini, & Odella, 1998; Gherardi, & Nicolini, 2001). Esta pesquisa nomeou, a fim de facilitar a compreensão do leitor, o termo abordagem social da Aprendizagem Organizacional como Aprendizagem Social nas Organizações. Salienta-se ainda que o caráter social da aprendizagem aponta que esta reside no ambiente onde existe a participação dos indivíduos em práticas sociais, opondo se ao pensamento cognitivista que defende a aprendizagem enquanto um processo restrito à mente dos sujeitos (Brown, & Duguid, 1991; Elkjaer, 2001).
A lente social se mostra a mais completa dentre todas as abordagens para examinar a aprendizagem nas organizações (Easterby-Smith, & Araújo, 2001). No Brasil, as pesquisas sobre a temática têm se modificado constantemente, baseando-se nas diversas linhas que percorrem o campo. Estudos revelaram (e.g. Godoy, & Antonello, 2011), porém, que essa abordagem é empregada de forma tímida se comparada às perspectivas que entendem a aprendizagem como um fenômeno puramente cognitivo e técnico. 


QUADRO 1 - Principais perspectivas da Aprendizagem Organizacional
PERSPECTIVA
PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS
Psicológica
Comportamental
Foco nos antecedentes e nas mudanças relativas ao comportamento das rotinas e sistemas internos das organizações quando elas respondem às próprias experiências e de outras organizações
Construção Social
Construção da aprendizagem a partir de situações concretas onde há a participação e interação dos indivíduos entre si.
Psicologia Aplicada
Foco na interação entre o questionamento programado e espontâneo, considerando-se a experiência vivida.
Sociológica
Grande parte da aprendizagem existe a partir das fontes informais de relações sociais.
Antropológica
Foco na maneira como as pessoas aprendem nas estruturas sociais.
Ciência Política
Processo político no qual os atores influenciam uns aos outros.
Histórica
A forma como a organização empregou a aprendizagem no passado pode ser usada no futuro
Econômica
Aquisição e uso do conhecimento existente ou a criação de um novo conhecimento com o intuito de melhorar o desempenho econômico.
Ciência da Administração
Cognitiva e do Conhecimento
Base cognitiva onde o conhecimento é acumulado de forma inconsciente.
Tomada de Decisão Organizacional e Adaptação
Aprendizagem por adaptação.
Teoria de Sistemas
Aprendizagem como incremento, derivado da aprendizagem institucional, de problemas potenciais de sistemas sociais.
Cultural
Aprendizagem como mudança das rotinas defensivas no interior da organização. Processo através do qual o grupo adquire experiência para realizar suas atividades coletivas.
Aprendizagem na Ação
Capacidade da organização de manter ou melhorar seu desempenho baseado na experiência. A aprendizagem ocorre a partir da experiência e a experiência de quem aprendeu se reflete a ação. Aprender fazendo.
Estratégia/Gerencial
Processo de aprendizagem mais rápido como forma de obter vantagem competitiva
Fonte: Elaborado pelos autores baseado em Antonello e Godoy (2010).
Principais Conclusões
Deixa-se como lacuna a ausência de estudos que investiguem a Aprendizagem Social nas Organizações em pequenos negócios, bem como naquelas que empreendem alguma atividade de base criativa. Esses tipos de organizações podem acrescentar novos conceitos e perspectivas à base teórica já existente.
Espera-se com esse estudo subsidiar a comunidade acadêmica com um retrato contemporâneo da Aprendizagem Social nas Organizações para prosseguimento de pesquisas na área atentando para novas janelas aqui indicadas, bem como evitando repetições de evidências já demasiadamente saturadas em pesquisas pretéritas. 

Quem tiver interesse no artigo completo é só pedir.



Entrevista sobre aprendizagem colaborativa


Delano Lins fala sobre Aprendizagem Social e Colaborativa


Análise Crítica do Texto
Ferramentas da Web 2.0 na Educação à Distância 
O artigo apresenta várias ferramentas que podem ser utilizadas na EaD. Inicia falando sobre Educação à Distância: 1) Definição; 2) Aplicações da EaD e 3) O futuro da Ead. 
No item sobre o O futuro da Ead, os autores cometem alguns deslizes, como por exemplo afirmar que “Em alguns anos, a escola como é hoje não existirá mais, e a distinção entre EaD e ensino presencial tenderá a se desfazer”. Não entendi como os autores podem fazer esse tipo de afirmação baseados apenas nas suas impressões pessoais. Esse tipo de afirmação, principalmente em texto científicos, precisa ser feita levando em conta estudos e pesquisas ou pelo menos uma prospecção de cenário consistente. 
No capítulo sobre a Web 2.0, os autores fazem uma boa explanação sobre as ferramentas e tendências tecnológicas que podem auxiliar na EaD. Outro ponto que discordo é o seguinte trecho: “Não há mais necessidade de salas de aula quadradas, com carteiras quadradas e quadro-negro quadrado, apesar de muitos ambientes de aprendizagem virtual tentarem copiar o modelo de sala de aula. Não tem cabimento atualmente um professor ficar na frente da sala ‘dando’ aula. Fazíamos isso no tempo em que a professora passava o ‘ponto na pedra’. A preleção, como técnica didática, foi formalizada pelos jesuítas no século XVI, ou ainda antes, na Idade Média, na Grécia Antiga.” Acredito que o modelo tradicional de ensino não será extinto. Passará por reformulações, mas não será dizimado como o trecho insinua. Haverá uma acomodação e complementaridade entre as duas formas de ensino. 

O artigo torna-se interessante ao apresentar as diversas ferramentas que professores, tutores e alunos poderão utilizar para melhorar o aprendizado, principalmente o associado a ideia de colaboração.

por: Elnivan Moreira de Souza
Começamos por anexar 2 artigos publicados no EnANPAD (http://www.anpad.org.br/index.php) sobre aprendizagem colaborativa. Os títulos são: "A Institucionalização de Ambiente Virtual de Aprendizagem Colaborativa via Web em Instituições de Ensino Superior" e "Rede Social como ferramenta de ensino-aprendizagem em sala de aula". Ambos inserem o tema de aprendizagem colaborativa nos estudos, enriquecendo o trabalho com este assunto atual e relevante.
Seguem os respectivos links para download:
"A Institucionalização de Ambiente Virtual de Aprendizagem Colaborativa via Web em Instituições de Ensino Superior": http://www.4shared.com/office/YhIicIbL/2004_ADI2930.html

"Rede Social como ferramenta de ensino-aprendizagem em sala de aula": http://www.4shared.com/office/03jH9R3d/2010_EPQ2175.html

Por Rodrigo Ábnner

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Curiosidades da Lei....

Você sabia...?

Que compra de votos, na linguagem do direito significa Captação Ilícita de Sufrágio....(nome xik neh)

Que traficante deve pagar imposto de renda, ou seja, a lei permite que seja cobrado imposto sobre renda auferida de forma ilícita....(Agora me explica porque o prefeito do Rio está brigando tanto pela renda do pré-sal, ele poderia muito bem exigir o repasse do imposto de renda dos traficantes do Rio......kkkkkk.....)

E por fim, nem depois de morto e cremado a gente se livra dos impostos, pois para a execução do serviço de cremação deve ser pago Imposto Sobre Serviços.....

flw